Inspirada pela exposição Encantarias da Liberdade Indígena do Ceará, esta oficina convida o público a mergulhar nas águas da memória e da ancestralidade através da isogravura. Utilizando a técnica de gravura em matrizes de poliestireno (isopor), os participantes darão vida a peixes que transcendem o biológico, tornando-se símbolos de resistência, fartura e espiritualidade. A atividade é um exercício de escuta e criação, onde o risco no material reflete o respeito aos saberes dos mais velhos e as marcas deixadas pelo tempo na história dos povos indígenas do nosso estado.

Na medida em que produzimos as imagens iremos conversar sobre os conceitos de ancestralidade e memória a partir das percepções de mundo e das vivências dos povos indígenas.

  • Local: Sala Multiuso e Galeria da Liberdade
  • Acessibilidades: Libras
  • Classificação Indicativa: Livre
  • Número de Vagas: 40
  • Duração da Programação: 12 de junho de 2026 das 14h00 às 17h00